O professorinho
Caramba! Como estava cansado naquele dia! Havia chegado de uma viagem na madrugada, mas já tinha marcado um compromisso na hora do almoço com uma “coleguinha” e não poderia furar. Afinal compromisso com as coleguinhas é compromisso.
Tinha esquecido outra que há meses estava na fita e também tinha marcado com ela, só que pela parte da noite. No caso seria um jantar. Mas o almoço foi tão bom, que também teve o lanche da tarde e o “five o’clock tea”, e esqueci-me da segunda. Depois fui deixá-la em casa e quando olhei para o celular, varias ligações não atendidas, “puts” era a outra. Não podia deixá-la na mão, então fui pega-la apenas para jantar, mas engano o meu. Ela não queria apenas jantar! Tinha muitos planos naquela cabecinha!
Depois do jantar ela insistiu que fôssemos para outro lugar e eu sinceramente queria descansar e dormir, além do que a companhia não tava muito agradável, na verdade deveria ser eu que estava sem “saco” algum. E acabamos indo para um motel. Depois de alguns beijos, abraços e muitos amassos, meu fiel companheiro e amigo não queria colaborar, também pudera! “Ele” estava exausto e eu também! Vendo todo o esforço da gata, resolvi colaborar, pedi licença e fui tomar um banho para acordar! Durante o banho pensei comigo “vou fazer um trabalho rápido e o bom é que ela “desencanta” e não enche mais o saco”.
Mal sabia eu, o que aquela mente, que estava do outro lado da porta estava aprontando. Quando sai do banho com toda a disposição e preparado para colocar meu plano em prática e acabar logo com aquilo, avistei uma bela e inocente colegial, com trancinhas e maria-chiquinha. Porra! Fui à loucura com aquilo e meu nobre, bom e fiel “amigo”, que com o banho já tinha ficado mais atento, após a cena ficou 100% ativo, acordado e tudo mais…
Quando ela veio para cima de mim com voz meiga e delicada pedindo para eu não ser severo com ela, que não seria mais uma menina má e que iria se comportar direitinho. Ufa! Juro para vocês que naquele momento quase chego aos finalmente, mas segurei a onda.
Daí para frente foi só deixar a fantasia rolar, muito, “menina má vou te castigar” e gritinhos de “não professorzinho não irei mais matar aula”, ou do tipo “de joelho, que vou te mostrar o que acontece com garotas más”. Mas teve um momento cômico, na hora em que estávamos no clímax total e todas as fantasias entre professor e aluna estavam sendo feitas, ela fala algo:
– Professorinho bate gostoso!
No momento me desconcentrei e cai na gargalhada! Não agüentei! Foi muito canalha isso da minha parte admito. Mas logo reverti à situação e quando ela me perguntou por que estava rindo, a mandei “calar” a boca e não questionar o professorinho.
Que noite! Aliás que dia, e olha que eu ainda queria dispensar a minha querida aluninha (risos).
È por isso amigos, que não devemos julgar o livro por sua capa.
Devemos pegar todas as oportunidades que aparecerem.
transão!
Thiago - 20/01/2009 às 12:24 |
Eu já me vesti com o kimono preto do Budo Taijutsu e detonei uma namorada que, eu sabia, me achava lindo com aquilo… mas ainda não se fantasiaram pra mim e, claro, já broxei por falta de cooperação das outras.
Cão Babão, fantasioso! - 21/01/2009 às 0:58 |
Fantasias são otimas e elas tem que ser realizadas.
Sem contar que dar uma apimentada a mais na relação.
tapiocacomtudodentro - 21/01/2009 às 1:55 |
Rapaz, mas que história loka, muito bom hein?! Se ela tiver irmã pode chamar rs…
rafael d. - 30/01/2009 às 19:47 |